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(Toca violão ao contrário). Metido a professor de Inglês em Parnamirim , RN. Aluno de especialização em INGLÊS na UFRN. Nerd.

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Em Busca do alehgres f.1
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EXPERIMENTA!

POR QUE SERENNUS É O LÍDER?

Deus existe, pssor?
Boate
Aluno peidão
Papel voador

Sábado, Outubro 29, 2005


:- ) ATUALIZE NOSSO LINK:


www.
ALTEREGOS2.blogger.com.br



;;;;;


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 18:15

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Quinta-feira, Abril 28, 2005


:- | VOLTAREMOS.



Sábado.

...
>:- ( e parabéns à Globo e seus 40 anos.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 17:37

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Quarta-feira, Abril 20, 2005

O post mais difícil de todos

Tá difícil começar isso aqui... Ok. Alter-Egos, esse é o nome. O meu blog. Esperei terminar "Johana" pra falar sobre isso e, bem...

Uma coisa que aprendi nesses dois anos de bloguista foi: blogs foram feitos para encontrar pessoas. Porque no momento em que colocamos um link como "email" ou "comentários", é porque queremos saber quem está aí, quem é que se dá ao trabalho de, no meio de bilhões de websites, escolher o meu para ler. E essa pessoa se torna importante para nós. É como se o leitor fosse um cúmplice, um companheiro, um comparsa. E eu não soube lidar com isso. Meus "Egos" sempre mantiveram uma certa distancia do leitor, porque isso fatalmente acabaria com a magia do blog, porque isso aqui não é um blog pessoal, e da mesma forma que eu os adotei como personagens, por ser de mais fácil compreensão do que essa coisa esquizofrênica de "Egos" e me distanciando deles, da mesma forma vocês, leitores, o fizeram. O "Alter-Egos" acabou virando mais uma coisa criativa, mas com poucas formas de fidelização do leitor. O "clubinho", os posts em conjunto, as piadas internas foram formas de sanar isto, mas, enfim, as pessoas cansam. Tentei também aproximar o blog do público daqui, e foi outro fracasso, visto que poucos têm a cultura de ler blogs, e dos que lêem, mal entendem o conceito "Alter-Egos".

Olhando outros weblogs, flogs e etc, noto que a categoria mais estigmatizada dos blogs, os diarinhos, são os mais visitados. São textos pobres, de colegiais, cheios de *axim* e *aKiLu* e que apenas são visitados por pessoas que também querem que passem em seus blogs, gerando um doentio jogo de carências, onde as pessoas fúteis se tornam mais queridas de acordo com o numero de comentários. E é exatamente isso que os move a escrever, e eu não serei hipócrita em dizer que não gosto de ver a caixa cheia de comments, porque, poxa, Sem leitor, não há literatura, sem aquele que lê, o texto não existe. Pra quê se faz uma mini-série complexa de 13 episódios se ninguém vai ler? Pra quê se elabora um texto repleto de técnicas humorísticas, se ninguém vai rir disso? Eu sou um poço de idéias, tenho milhões de projetos, mas pra que publicar coisas se nem minha namorada vai ler?

E agora o blogger.br ameaça fechar o Egos por chegar na casa dos 10 megas permitidos. Tentei transferir o blog pra outro que tenho, mas todos os arquivos seriam perdidos, e daí a gente não teria passado. E sem passado, não há presente. Sinceramente não sei como continuar com o blog. Sou obrigado a me dar férias sem data prevista para volta, e se alguém que ainda lê isso aqui puder ajudar de alguma forma, por favor, porque sinceramente, mesmo com tudo que citei lá em cima, não quero matar os meus meninos que eu amo.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 00:03

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Segunda-feira, Abril 18, 2005

Uma produção Tristonhus e Alter-Egos



13

Johana estava a alguns metros de Mark. Ele se aproxima.

"Johana..."
"Johana..."

A voz vinha de todos os lugares, e ainda assim, de perto. Johana olhava para cima, catatônica.

"... por que?"

Mark está a seu lado. Ela veste a camisola azul-bebê, talvez a única roupa que usou a vida inteira. O médico olha para o alto, curioso em saber o que tanto Johana observava.

"por que...?"

_ Essa voz..._ Mark sussurra.

"por que...?"

O bosque se desfaz. Um quarto. Johana está deitada na cama que deitou por doze anos. Um homem, trajando branco, entra. Ele empurra um carrinho que traz o almoço. Johana o observa, mas sem mexer os olhos. O homem sorri. Olha para os lados; Não há vigilância hoje. Uma camisinha. O homem sorri. Ele baixa as calças. Johana sente tudo, mas não se mexe: está sedada.

As horas se passam. Os dias. Os anos. Uma menina solitária olha para a parede. Jacob Robbins nu. O tempo acelera e Mark percebe o passar do incontável tempo. Mark sente seus músculos atrofiando, o cérebro ficando débil pouco a pouco. A dor da carência. A falta do toque humano, da voz. Humana.

"Johana..."

A voz a chama. Seu coração dispara. É ele: O ser onipresente que irá salvá-la. E ela se apega a essa voz como um crédulo se apega ao seu deus. E ele é Deus. Mark, ao seu lado, chora a dor de outrem.

"por que...?" sussurra a voz.

O médico penetra no universo de todas aquelas pessoas que foram ter com Johana; assassinos, estupradores, maníacos, sociopatas. Pessoas humanas, que ela tanto queria sentir o contato, porque não havia humanos em seu mundo, e então esses seres, essas aberrações sociais, seriam os representantes de toda uma raça.

O cenário muda. Os dois, ainda olhando para o alto, penetram um mundo de terror e caos, um futuro abominável de nanorobôs se multiplicando e explodindo pessoas. Mark sente o calor da fissão atômica e o frio das geleiras. E, finalmente, entende porque.

Voltam o bosque e as flores. Mark olha para Johana. Esta já o olhava nos olhos, como nunca fez antes. Ficam em silêncio por um tempo que aquele universo não pode contar. Mark Robbins, psicólogo, sussurra.

_ sim..._

***

Nesta manhã o mundo ficou sabendo do genocídio ocorrido no Centro psiquiátrico Tomás de Aquino. O único sobrevivente, Jacob Robbins, foi achado comendo as próprias fezes, perto da enfermaria. Por motivos obscuros, não foram divulgados os dois sobreviventes achados em coma profundo no térreo.



JOHANA E SAMARA MORGAN: clones ou apenas coincidência?



Pelo editor Serennus

:- | Samara Morgan, personagem do filme "o Chamado" (dir: Gore Verbinski ) foi citada algumas vezes por parecer-se muito com a nossa Johana. Após assistir o filme, me assusto com as coincidências. Samara se parece muito com a Johana que imaginávamos; uma menina que usava camisola, sentada tristemente numa cama de sanatório. Só diferem no cabelo: uma é morena e a outra é loira.

Samara é um enigma; Uma menina que nasceu inexplicavelmente de uma mãe criadora de cavalos. Depois de passar um tempo num sanatório por motivos obscuros, foi morta pela mãe e jogada dentro um poço. Anos depois a menina passa a matar as pessoas que assistem à sua fita de vídeo gravada não-sei-como, saindo de dentro do poço que caíra. A historia Parece sem-pé-nem-cabeça à primeira vista, mas o filme é um thrilling muito bem roteirizado e cheio de imagens pavorosas, com coisas subliminares até.

Assim como Samara, não está muito clara a origem de Johana; Ao que parece, foi criada desde sempre num sanatório particular, com o objetivo de que ela lesse as mentes dos acusados por crimes hediondos e, por fim, descobrisse a verdade por trás da loucura. Mas a "insanidade" humana acaba por "enlouquecer" a menina, que foge e tenta se vingar da humanidade que a prendera.

>:- ( "O chamado" é um filme que deixa até os casca-grossa de cabelo em pé e eu recomendo. Dizem que a seqüência é uma merda, mas preciso ver pra dizer alguma coisa. Falou.
:- | até.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 16:13

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Sábado, Abril 16, 2005


...
Certa vez andava pela rua e uma senhora parou-me. Por que?, perguntou ela. Disse-lhe porque é assim, as pessoas por mais que tentem se mostrar fortes, na verdade elas querem dizer que estão frágeis e com medo; Para evitar a solidão, as pessoas vivem suas vidas tentando ser amadas pelo maior número de pessoas possível. No entanto, quando elas conseguem tal milagre, desdenham as pouco amadas, na intenção de se sentirem mais fortes e sem medo.

...
O padre deixou escapar um suspiro de tédio antes do pai-nosso.

...
Por que o Linus tá demorando tanto? Era só pra falar de mim pra ela... o que será que eles estão fazendo, ein? Eu vou esperar só mais um pouquinho, daí eu crio coragem e-- tá, calma, eu vou sentar aqui e-- se beijando? Mas a Garotinha Ruiva é minha! Ele não pode fazer isso... não p... tá, vou esperar só mais um pouquinho, daí eu crio coragem e...

...
Joãozinho, no burro, encontra no caminho da venda seo Pepe, carregando uma gaiola.

- Dia, seo Pepe. Bigode bunitim...
- quiéisso, minino. Ansim a pessoa se envregonha!
- To falano do passarim, seo Pepe!
- mas, ara!
- heheh. Quanto que tá ele?
- Cuma? Hum... ói, tá trinta conto.
- afe, trinta? Tá caro...
- vinte! Pronto.
- é que pai comprou um golinha por quinze conto dia desses...
- ai que mintira muleque! Quinze?!
- apois.
- tá. Quinze conto! Toma!
- Ai mais quem disse queu quero comprá passarim, seo Pepe?
- Ara, muleque frexado! Vô te dá uma pisa- vorta!
- ha ha ha ha, corre burro! Ê! Ê!


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 15:37

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!





:- ( Segunda terminaremos a série. Enfim, será talvez a última desse blog. Até.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 15:31

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Quinta-feira, Abril 14, 2005

>:- ( Fiquei sabendo que o Circuito Nacional de Rodeio vem pra cá no fim do mês. Legal, né? Então, desde já, quero dizer que


E espero de coração que vocês cowboys-papa-lixo-americano encham o cú de grana por aqui e que no inferno o capeta amarre suas bolas com todo carinho e monte nos másculos lombos de vocês.

Com carinho, Cabi.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 17:06

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!




:- ) Olá, enfermeira! Leia o post que o chefinho fez pro blog "Sete causas", vamo, vamo, clica aqui, vamo!


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 17:02

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Terça-feira, Abril 12, 2005

Hipertensão e política do RN.

Com

:- | Odeio hospitais, e pensar que queria ser médico quando criança.
>:- ( o velho ontem teve um ataque de pressão alta e tivemos uma tarde muito agradável no hospital municipal.
:- | tanta gente gemendo, aff...
:- ( pelo menos a saúde não está em greve, como a educação.
>:- ( mas é uma palhaçada. Mais de 40 dias de greve, daí o sindicato se reúne numa escola de Natal pra decidir se pára ou não, e o que acontece? O pau come e não se sabe nem que ala ganhou: a pró paralisação ou a contra.
:- | Os grevistas pedem 42% de aumento salarial, e o governo deu um abono muito do safado pra calar a boca deles.
>:- ( daí eles esperavam que acontecessem o de sempre: A volta às aulas. Mas dessa vez não deu certo. A grande merda é: Enquanto governo e professores ficam brigando por grana, os alunos vão pro meio de abril sem aulas. Lamentável.
:- ( mas o professores estão certos em reclamar.
:- | Exatamente. Ora, veja o caso dos copos descartáveis: O governo fez uma licitação para a compra de produtos descartáveis, como talheres, copos e guardanapos. Ganhou a que oferecia R$ 1.280.437,20 por esse material. 1 MILHÃO de reais em copos descartáveis.
>:- ( heheh. E o secretário ainda disse que esse valor é 35% INFERIOR ao que era comprado pela administração passada.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 12:50

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


Segunda-feira, Abril 11, 2005

Uma produção Tristonhus e Alter-Egos


12

_ Doze. Doze anos de pesquisa pra acabar desse jeito, como num filme do Shyamalan._ resmunga Jacob Robbins, irmão mais novo de Mark. _Você faz idéia do dinheiro que eu investi aqui? Do tempo?
_ Que se dane isso tudo, Jacob._ retrucou Mark_ Veja essas pessoas mortas! Pessoas! Gente que trabalhou por nós, pelo sucesso desse projeto, pra que pudéssemos salvar vidas!
_ "salvar vidas"? ora, seu hipócrita! A gente tá aqui pela grana, pela fama e pelas muuuuuuulherezzzz. Uhhhhh...
_ Jake? Olha pra mim. É Johana. Ela está atrás de nós. Não deixe que ela lhe pegue, Jake.
_ ahn? Você não manda em mim, Mark. Não manda! Pensa que eu não vi? Vi sim, é, vou contar pro papai, vou sim...guuu... vou...heheh...vou sim... você s es ta vamm uhhhhh...uhn?

Mark segura o irmão pela gola.

_NÃOOOOOOOOOO!!! Você não viu na--não conte ao papai! NÃO!!

Mark espeta a seringa com sedativo no peito do irmão, ainda fora de si.

_ arf, arffff... Deus... Jake... Johana! FALE COMIGO!!

Com muito esforço Mark consegue se acalmar. Ele olha em redor, à procura de algo que não está lá, apenas corpos e escuridão, com pequenos raios do sol que nasce passando pelas janelas.

***
O sol nasce. A escuridão se vai, revelando um bosque cheio de arbustos e árvores frutíferas, o mesmo cenário visto por Pat Morita e Dra Hayes. Mark, apático, observa os esquilos correndo pelos lados e uma borboleta pousa-lhe em sua mão. "onde é isso?", ele pensa. Mark deixa o sedado irmão e levanta. Segue a trilha. Vê uma casa. Abre a porta. Ele vê pessoas em miniatura andando pelos lados e uma moça, bonita, varrendo o chão. Ele resolve entrar no jogo.

_ Branca... ahn... de neve... você viu uma menina loira de doze anos por aí?

Todos param para fitá-lo. E como se houvessem ensaiado previamente, balançam a cabeça. Mark apenas fecha a porta e sai. E anda mais um pouco. Pára. Volta.

Ao abrir a porta novamente, lá está um homem sentado atrás de um birô, datilografando. O homem de cabelos grisalhos e olhar de fúria pára o que está fazendo, apenas para gritar.

_ Mark, seu pequeno imbecil, eu já lhe falei que não quero que entre aqui quando eu estiver trabalhando!

Todas as vezes que Mark ouvia seu pai gritar assim ele sentia um calafrio que subia pelas costas e chegava até a nuca, e dessa vez, ele sente isso de uma forma inacreditável.

_ mas pai, eu s-só tô procurando...
_ Venha aqui, rapazinho!

Mark, trêmulo, vai até o birô marrom de mogno, que ficava no sótão da casa da fazenda, onde seu pai ficava por horas, até dias, fazendo a contabilidade das empresas que o contratavam. O velho se levanta e mostra o indicador.

_ Você é um fracasso, Mark! Hã? Um erro! Um inútil! Não faz nada que preste! Deixe-me ver isso. _ e tira do bolso de Mark alguns papéis. _ Poesias? Hã? Coisa de viado! E a faculdade, hã? O que ganha um psicólogo? O que ganha? O negócio é trabalhar com dinheiro, seu idiota, grana! Veja! Veja! Quanto dinheiro eu faço com essas empresas, hã? Dinheiro é o que põe a comida e paga seu teatro... teatro? Coisa de bicha! Eu pago pro meu filho ser bicha! Hã? E a namorada? Hã? Não vai casar nunca? Bicha! Bicha!

Mark está agachado. A cabeça por entre as pernas.

_ Vai chorar agora? Eu ainda nem lhe bati! Hã?

Mark levanta. O velho continua balançando o indicador e gritando "hã? hã?". O menino Robbins pega a máquina de escrever. _orgulho... de mim... nunca... nunca..._ E gentilmente enfia máquina de escrever na cabeça do velho.

Dr Robbins, cadavérico, fecha a porta da casa da fazenda. E junto com o som do trinco fechando, ele ouve uma voz calma, confortante, indiferente. Ela chama por Johana.

Mark segue a voz por um caminho que não tem fim, como alguém que segue a voz de um deus. Abre-se uma clareira. No centro uma menina loira e de olhar apático olha para cima.

_ Johana! _ Mark grita.



:- ( segunda, 18: O mundo de Johana.


Dyego Saraiva - O Hospedeiro | 16:47

:- ) Dois anos de bagunça! eeeeeeeee!


© 2005 por Dyego Fernandes Saraiva Silva. Proibida a reprodução, total ou parcial, sem autorização do autor.



Irônico.Inteligente. cético. punk. esquentado . fã do Garoto Juca Jr. Boca-suja. Odeia o Alehgres. Feio pra caramba.

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